Incêndio na Ceasa de Curitiba: previsão é que reconstrução termine em dezembro

Segundo a Ceasa, 20 dos 423 permissionários registraram algum tipo de prejuízo financeiro, o que equivale a 4,7% dos comerciantes que atuam no local.

Redação Bem Paraná
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Incêndio na Ceasa. Foto: João Frigério

O diretor-presidente da Central de Abastecimento do Paraná (Ceasa), Éder Eduardo Bublit, afirmou, em entrevista nesta sexta-feira (7), que os setores atingidos pelo incêndio deverão estar reconstruídos até o mês de dezembro. O fogo, que começou por volta das 22 horas desta quinta (6), atingiu um pavilhão com 40 boxes e 2 mil metros quadrados. Segundo a Ceasa, 20 dos 423 permissionários registraram algum tipo de prejuízo financeiro, o que equivale a 4,7% dos comerciantes que atuam no local.

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Linhas de financiamento

Bublit lembrou que todos os permissionários atingidos pelo incêndio já foram realocados em outras áreas da Ceasa. “Eles estão trabalhando ainda que não seja numa rotina normal. Tiveram que se adaptar. Segundo o diretor-presidente, o governo já estuda linhas de crédito para aqueles comerciantes que perderam máquinas e estoques.

Abastecimento garantido

Ele ainda garantiu que não vai haver desabastecimento de alimentos ou aumento de preços por causa do incêndio.

Reconstrução após incêndio na Ceasa

Um perito contratado pelo Ceasa Paraná fará uma avaliação completa sobre o prejuízo financeiro relacionado à estrutura do pavilhão. “A expectativa é de que até a próxima semana já exista uma estimativa de custos para as obras de reforma, que serão custeadas com recursos do governo do Paraná”, afirmou Bublit.

A Polícia Civil instaurou inquérito para descobrir as causas do incêndio.

Sobre a Ceasa

A Ceasa Curitiba opera com 423 empresas distribuídas em oito pavilhões onde são comercializados diariamente frutas, legumes, verduras e flores. Em média a unidade movimenta por dia 3 mil toneladas de alimentos.